Cerca de 40 servidores de órgãos municipais de Salvador amanheceram nesta terça-feira (19), na Câmara de Vereadores, na Praça Thomé de Souza, no centro da cidade, e iniciam o 12° dia da greve da categoria. Eles ocuparam o local às 10h de segunda-feira (18) e levaram colchões para passar a noite.
O coordenador administrativo do Sindseps (Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador), Everaldo Braga, comenta que permanecerão acampados até que a prefeitura apresente uma proposta para ser discutida. Há a previsão de uma reunião entre as partes às 10h desta terça-feira (19), na Seplag (Secretaria Municipal do Planejamento, Tecnologia e Gestão), que teria sido marcada por intermédio dos vereadores. A Prefeitura confirmou o encontro.
“Estamos acampados aqui para pressionar que os vereadores entrem nessa luta para tirar a cidade do caos. Já provamos que a prefeitura tem recursos e que o plano de cargos e vencimentos, principal pauta de reivindicação, não vai atingir o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal”, relata.
De acordo com o Sindseps, 30% do efetivo de servidores permanecem em atividade diante da greve, que começou no dia 7 de julho.
Na quinta-feira (14), a Justiça declarou o movimento ilegal e determinou o retorno imediato ao trabalho, sob pena de multa de R$ 5 mil por dia. O Sindicato recorreu à decisão, alegando que todos os trâmites foram cumpridos, como a permanência de 30% dos funcionários.
Entre as reivindicações, estão a implementação do plano de saúde, do plano de cargos e salários e aumento salarial de 40%. A Prefeitura de Salvador informa que ofereceu reajuste de 17,5% em folha, proporcional aos cargos e funções. Através da assessoria de imprensa, a administração municipal acrescentou que esse valor representa R$ 30 milhões a mais na folha de pagamento da prefeitura.
Serviços como a fiscalização do trânsito e a limpeza foram interrompidos parcialmente com a greve.(G1-Bahia)
O coordenador administrativo do Sindseps (Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador), Everaldo Braga, comenta que permanecerão acampados até que a prefeitura apresente uma proposta para ser discutida. Há a previsão de uma reunião entre as partes às 10h desta terça-feira (19), na Seplag (Secretaria Municipal do Planejamento, Tecnologia e Gestão), que teria sido marcada por intermédio dos vereadores. A Prefeitura confirmou o encontro.
“Estamos acampados aqui para pressionar que os vereadores entrem nessa luta para tirar a cidade do caos. Já provamos que a prefeitura tem recursos e que o plano de cargos e vencimentos, principal pauta de reivindicação, não vai atingir o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal”, relata.
De acordo com o Sindseps, 30% do efetivo de servidores permanecem em atividade diante da greve, que começou no dia 7 de julho.
Na quinta-feira (14), a Justiça declarou o movimento ilegal e determinou o retorno imediato ao trabalho, sob pena de multa de R$ 5 mil por dia. O Sindicato recorreu à decisão, alegando que todos os trâmites foram cumpridos, como a permanência de 30% dos funcionários.
Entre as reivindicações, estão a implementação do plano de saúde, do plano de cargos e salários e aumento salarial de 40%. A Prefeitura de Salvador informa que ofereceu reajuste de 17,5% em folha, proporcional aos cargos e funções. Através da assessoria de imprensa, a administração municipal acrescentou que esse valor representa R$ 30 milhões a mais na folha de pagamento da prefeitura.
Serviços como a fiscalização do trânsito e a limpeza foram interrompidos parcialmente com a greve.(G1-Bahia)
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