Cultura

Adriano Pereira, editor de Cultura do BSN














I SEMANA DA CULTURA DE GANDU
“Cultura: Um resgate de valores e memórias”

A Prefeitura Municipal de Gandu, através da Secretaria de Esporte, Lazer, Cultura e Turismo, Secretaria da Educação e com apoio do Conselho Municipal de Cultura, informam aos interessados que estarão abertas as inscrições para participação da I SEMANA DA CULTURA DE GANDU, nos dias 31 de agosto a 20 de setembro de 2011, na sede da Secretaria de Esporte, Lazer, Cultura e Turismo, localizada na Rua Manoel Libânio da Silva, nº 160 – Bairro Birreiro, das 08:00 às 12:00 h e das 14:00 às 17:00 h.
O projeto da I SEMANA DA CULTURA DE GANDU trabalhará com diversas linguagens e ações da nossa cultura, como: dança, teatro, música, literatura, audiovisual, oficinas, artes visuais, culturas populares, história e outras. Com data programada para acontecer nos dias 09 a 15 de novembro de 2011, o evento reunirá artistas de Gandu e de outras cidades e será uma grande oportunidade de manter integração, troca de informação e principalmente apresentar seus trabalhos artístico-culturais.
Fichas de inscrições e maiores detalhes no regulamento da I SEMANA DA CULTURA DE GANDU, e informações através dos e-mails: semelcutgandu@hotmail.com / cultura@gandu.ba.gov.br/  e site www.gandu.ba.gov.br . Telefones: (73) 3254-0386/0382, ramal 223, falar com Ricardo Bomfim.


O 6° Encontro de Artistas na Ilha de Itaparica é  promovido pela Fundação Pedro Calmon/SecultBA, através da Biblioteca Juracy Magalhães Júnior.
O encontro será realizado no dia 27 de agosto (sábado), às 19h, com a apresentação de todos os artistas inscritos. Os trabalhos continuarão em exposição até o dia 27 de setembro, aberto a visitação das 8h às 17h. Os produtos expostos também estarão disponíveis para venda. A programação contará com diversas formas de expressões artísticas, entre elas: lançamento de livros, recitais de poesias, apresentações musicais, teatrais e circenses, além de exposição de telas, fotografias e artesanato.
Realizado pelo sexto ano consecutivo, o projeto serve como um espaço de interação e negócio entre os artistas e a comunidade itaparicana. A cada edição, dezenas de artistas se reúnem na biblioteca para mostrar suas obras e fechar parcerias com outros artistas, empresários e instituições presentes. Em edições anteriores, uma média de 50 produtores participou do evento. Para 2011 é esperado um número ainda maior de participantes, dessa forma, tanto os artistas, como o público, saem ganhando com a variedade de apresentações e mostra de artes.
SERVIÇO:
O quê: 6º Encontro de Artistas na Ilha de Itaparica
Onde: Biblioteca Juracy Magalhães Jr. (Rua Rui Barbosa, s/n, Itaparica)
Quando: Inscrições até 30/07. Abertura – Dia 27/08, ás 19h. Visitação até 27/ 09
Entrada: Grátis
Informações: 71 3631-1636





CONFERENCIA DE CULTURA EM PTN NESTE DOMINGO ABRIU O CALENDÁRIO DA BAHIA


Com presença de diversas autoridades locais, artistas, militantes da cultura e população em geral,  a cidade de Presidente Tancredo Neves, a 72 km de Valença - Bahia, abriu o ciclo de Conferências de Cultura no Estado da Bahia.

Presente também a Diretora de Cultura, Edna Xavier, acompanhada pelo produtor cultural e colunista deste site, Adriano Pereira; pela coordenadora do Memorial da Câmara de Vereadores de Valença, Janete Volmeri e pela militante da UNEGRO, Kátia Costa, que, além de prestigiar o evento, foram acompanhar de perto a metodologia aplicada.

As conferências têm por objetivo criar os Planos Municipais de Cultura. Nela, os participantes são agrupados em 6 eixos temáticos: Expressões Artísticas, Patrimônio e Memória, Pensamento e Leitura, Tranversalidade da Cultura, Gestão da Cultura, Redes Produtivas e Serviços Criativos. Neles, os grupos apontarão três projetos a nível municipal e um projeto a nível territorial a serem desenvolvidos na área.

Em Presidente Tancredo Neves foram eleitos 7 delegados que serão responsáveis por levar as propostas para a Conferência Territorial e criado também um grupo de trabalho para concluir o Plano e acompanhar os trâmites no Executivo e Legislativo do município.

Em Valença, a Conferência está marcada para o dia 18 de setembro no Centro de Cultura de Valença.

Quem esteve também presente na Conferência foi o diretor da Associação de Dirigentes Municipais de Cultura, Ricardo Bonfim. Ricardo, que também é gerente de cultura em Gandu, aproveitou para convidar os presentes e ultimar detalhes para a realização da Conferência Territorial do Baixo Sul que acontecerá nos dias 22 e 23 de outubro na cidade de Gandu, cuja abertura acontece na praça São José com uma Feira Cultural onde cada cidade do Baixo Sul apresentará num stand a cultura do município. Um palco também está reservado para apresentações das manifestações artísticas.

Já a Conferência Estadual acontecera na cidade de Vitoria da Conquista nos dias 30 de novembro a 03 de dezembro de 2011.





CONFERÊNCIA ESTADUAL DE CULTURA


Planejar é preciso – Diretrizes para consolidação do Sistema de Cultura
A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia dá início ao processo de realização da IV Conferência Estadual de Cultura, que acontecerá em dezembro de 2011, em Vitória da Conquista. Em sua quarta edição, a Conferência chega a um novo patamar. Agora, além de ser um importante espaço de diálogo entre a sociedade civil e o poder público, ela passa a ser efetivamente um local de construção.
Além de serem ouvidos e de levantarem as demandas de sua região na área cultural, os agentes culturais e cidadãos passam a planejar junto os poderes públicos, tornando-se parte efetiva da elaboração do Plano Estadual de Cultura a partir das prioridades definidas nos Planos Municipais, Setoriais e depois Territoriais de Cultura. Por isso, o tema deste ano é: “Planejar é preciso – Diretrizes para consolidação do Sistema de Cultura”
Convite do Secretário de Cultura, Albino Rubim, para a IV Conferência Estadual de Cultura da Bahia:


A primeira etapa desse processo já começou. A partir deste mês de julho, a Secretaria começou a fomentar e apoiar a realização das Conferências Municipais de Cultura. Para tanto, está disponibilizando para todas as prefeituras e dirigentes de cultura dos 417 municípios da Bahia um DVD (veja os vídeos) que orienta a realização do trabalho nestes encontros.
A IV Conferência Estadual de Cultura será o destino final das propostas criadas a partir dos debates ocorridos nas conferências municipais e territoriais. Esses debates garantem que as ações do estado sejam fundamentadas nas demandas do cidadão e que o estado possa promover os meios para a democratização da produção e do acesso aos bens culturais. Na Conferência Estadual, serão eleitas 3 propostas de projetos estaduais por grupo temático, que irão finalmente compor o Plano Estadual de Cultura. Também serão incorporadas à Conferência Estadual as propostas encaminhadas pelas 22 Conferências Setoriais de Cultura.

Com informações do www.cultura.ba.gov.b


UM CASO DE AMOR NO BAIXO SUL DA BAHIA – Parte II

Sigo o roteiro/ Mais uma estação...”
- É como entrar num liquidificador!
            Assim, me descreviam os mais velhos quando tinha-se que utilizar a estrada que sai de Valença ao entroncamento.
De fato, são 32 km de muitas curvas. Mas passado, o turbilhão, vê-se ao longe a Serrá do Abiá. E chega-se à Presidente Tancredo Neves. Aliás, os tancredenses que me perdoem, mas prefiro dizer que cheguei à Itabaina – nome antigo do povoado, possivelmente de origem indígena.
Chega-se primeiro à Moenda. Não sem antes, deliciar-se nas inúmeras barracas de beiju feito na hora. São tantos, de tanto sabores e tão deliciosos, que é impossível não parar na beira da estrada e comer um.
E na beira da estrada, em Moenda, para-se na casa de Fátima (gorda, como é mais conhecida), toma-se um licor, afinal São Pedro é o padroeiro do distrito. Se tiver com espinhela caída, ou qualquer outro mal, pede-se às rezadeiras que lá tem de montão e sai-se curado p/ ir até a feira de Tancredo Neves... se der sorte, encontra-se até algum repentista por lá. Se não, sobe a ladeira e vai até a igreja de São Roque.
            “Oh, yes, nós temos banana/ até pra dar e vender!”
Na estrada, os meninos com cachos à mão anunciam que está a se chegar em Teolândia – a terra da banana cuja festa é conhecida. Mas não só de bananas vivem os teolandenses... além da moqueca de banana, os nativos apresentam também o inusitado suco de aipim com limão, além da Jaraguá – um folguedo que só vi até hoje na localidade que consiste na verdade de um brincante vestido de cavalo – assim como as burrinhas e boi bumbas que abundam em nosso território.
Em Wenceslau Guimarães, aprende-se sobre a cultura do município com o professor Florisvaldo. Mas ela está também presente no Canta Wenceslau, nos atabaques do mestre Roque, nas lendas do poço do Imbé e no Rio das Almas.
Dizem que tinha um grande pé de pequi, e lá morava um corujão na praça onde hoje é a Igreja São José. Mas o nome da cidade, segundo outros mais antigos, veio dos jacarés guandus que habitavam o rio, daí a origem do nome: Gandu. Foi lá que um certo Costa começou a plantar cacau, e começou a escrever a história do município que, não por acaso, nesse São João contou a história do cacau. Mas Gandu tem também o forró do come queto e o arraiá Restinho do que sobrou, no bairro do Birreiro (seria de birra? rsrsrs). Na música, temos o poeta da zona da mata, Sapiranga. E para os festejos de rua, quem anima é a famosa FAMUCA – Fanfarra Municipal Poeta Castro Alves, cuja figura de maior expressão é Ricardo Bonfim, incansável militante cultural da cidade.
Pretendíamos terminar nossa viagem aqui, uma vez que em Setembro, Gandu será a capital da cultura do Baixo Sul. Lá, aportarão os delegados para a III Conferência Territorial. Mas seguiremos viagem, passando ainda por 2 importantes municípios que recentemente passaram a integrar o território: Aratuípe e Jaguaripe.
            Aratuípe é a sede de um distrito que por vezes se torna muito mais conhecido: Maragogipinho, com suas inúmeras olarias e artesãos. Mas paralelo à arte de esculpir em barro, há também a literatura de Osmandil e o teatro de Luciano Merenda. Há construções do século XVIII como as ruínas da emblemática Igreja de Santo Antônio dos Índios e as lendas da Lagoa da Angélica, onde de tempos em tempos, alguns já viram submergir um caixão repleto de jóias.
            Como não se encantar com barcos singrando velas iluminados por lanternas? Assim é a noite de Veneza descrita pelos jaguaripenses. No cais da depara-se com o casarão onde antes existia a Cadeia do Sal. E no coreto, a Lira Jaguaripense toca para o boi Janeiro, mistura-se com o carnaval dos mandus e com o Gaspi. E toca a dançar para São Gonçalo ou a chegança de marujos lá de Camassandi, comandada pelo Coronel Guedes. E já que falamos de patentes, Jaguaripe se orgulha ainda de seus conterrâneos terem assumido participação decisiva na Batalha do Funil, durante as lutas pela Independência da Bahia.
            E assim, completamos o segundo roteiro de nossa viagem. Faltou Valença, mas esta ficará para um próximo texto!
            “ E a saudade no coração...”




VALENÇA INAUGURA CASA DE CULTURA MARIA CLÁUDIA
Conta-se que certa vez perguntaram a um dos Beatles o que ele sentia quando estava no auge do sucesso do grupo e o mesmo respondeu: - Não sei. Por que eu estava sendo um dos Beatles e se parasse para pensar deixaria de ser. - É lógico que não temos nenhuma pretensão de comparar-nos ao fenômeno que foram os Beatles. Mas, reafirmando o que dissemos em 2009, no Manifesto Inicial da Ocupação Cultural: Cansamos de reclamar da falta de opções sem fazer nada. Deixamos a comodidade dos braços cruzados para assumir os riscos de se realizar o projeto – que felizmente está frutificando rápido. Usando uma linguagem “contemporânea”, resolvemos ser “pro-ativos”. Se for pra reclamar, que outros reclamem do que fazemos. Mas, não ficaremos lamentando, sem fazer nada!
         Se as palavras valeram para o projeto que até hoje continua dando certo, o mesmo pode ser aplicado aos desafios que assumimos quando resolvemos empreender a construção da Casa de Cultura MACRO. Estamos rearrumando o espaço, agradecemos enormemente as diversas e mais variadas contribuições que estamos recebendo, ao tempo em que convidamos novos parceiros a se somar.
         Estaremos realizando uma pré inauguração da casa neste sábado, 16/07 a partir das 17h. Na programação, entre outras atividades estão previstas a exibição de dois curtas metragens da série A CONTA DO ANALISTA, produzidos por Cadu Oliveira, contando com a participação de Maria Cláudia.
         Como o nosso espaço é limitado, solicitamos aos interessados em comparecer na pré inauguração que confirmem presença (por email).
         Informamos ainda que o NOVOS VALENCIANOS, coletânea de Jovens Autores Valencianos, onde estão incluídos alguns poemas de Maria Cláudia estará à venda na pré inauguração pelo valor de lançamento (R$20,00) e toda a renda será revertida para reforma da casa. Os livros também podem ser adquiridos na Banca da Rangel ou com os autores.

Festival de Cultura do Recôncavo em novembro será em Santo Antônio de Jesus

 A unidade do SESC de Santo Antonio de Jesus estará realizando O Festival de cultura do Recôncavo.  O festival visa atingir os municípios da região como o Vale do Jiquiriçá e adjacências. Os interessados podem se inscrever para participar. A modalidade é de exposição e não competição.  
Local : Unidade do SESC de Santo Antonio de Jesus, Av. Carlos Fernando Amaral, S/N (Estrada do Benfica, após a UFRB).
 Data prevista:  - De 24 de Novembro de 2011 a 27 de Novembro de 2011 - Das 15:00 às 23:00h
 Atrações:
 - Espetáculos de dança
- Espetáculos teatrais (infantis, adultos e teatro de rua)
- Música (Shows, encontros musicais e palco livre)
- Artes plásticas (pintura, escultura, instalações, etc)
- Exposição
- Feira de artesanato
- Oficinas de pintura, escultura, teatro e dança
- Cinema e vídeo (exibição de filmes – curtas / longas e oficina de vídeo)
- Apresentação de grupos folclóricos
- Poesia e literatura (exposição de livros e recitais de poesia)
Contato e maiores informações:  
E-mail:   adelmo_pinheiro@yahoo.com.br    -    Fone:     (75)3162-1700






CULTURA É O QUE? UM CASO DE AMOR NO BAIXO SUL DA BAHIA


            - Então eu tô lançando um site de notícias e quero que você escreva sobre cultura!
            O pedido/ordem deixou-me ainda meio suspenso. Claro, que à queima-roupa assim, não ia dizer não. Mas depois fiquei matutando como resolver o imbróglio. Como assim, escrever sobre cultura?
            Em 2007, circulei pelas 15 cidades que compõem o Território do Baixo Sul: Valença, Cairu, Taperoá, Nilo Peçanha, Igrapiuna, Ituberá, Piraí do Norte, Camamu, Teolância, Presidente Tancredo Neves, Wenceslau Guimarães, Gandu, Aratuípe e Jaguaripe com a seguinte questão: - Cultura é o quê?
             - É o som da enxada e dos búzios, que faz todo menino e menina do baixo sul marcar o ritmo com o pé e se sacudir. Por que ali estão a terra e o mar. Coisas que ele não vai esquecer nunca! – Não sei se ouvi isso em Cairu, Nilo Peçanha ou Valença. Ou possa ser que ninguém tenha dito, e se não o faço eu, agora. Começo pela Zambiapunga, pois é uma das típicas manifestações originais do nosso território.
            Mas a cultura está presente também “nas pedras da rua Direita” – como me segredou o Secretário de Cultura de Cairu, Isaías Ribeiro. No Convento de Santo Antônio, na Igreja de Nossa Senhora do Rosário, na Fortaleza de Morro de São Paulo, nos painéis onde se lê a poesia de Ângela Toledo, quando não recitados em sua bela voz em praça pública, co mo vi recentemente no Festival de Talentos. No Festival da Primavera. Nos Congos Pedro e Paulo que extasiam todos com o ritmado som de suas rabecas. No teatro do grupo Essenciart, incrustado no prosaico morro de Galeão. Na FAMUCA. Nas taieiras e no reinado de São Benedito.
            Em Taperoá, cultura é a persistência do grupo GATTA, de seu Miguel, das bahianas que lavam as escadarias de São Brás antecipando o carnaval na Praça da Bandeira. São os grupos de capoeira, burrinhas, dondocas e mandus  que seguem pela estrada decolores de Graciosa a Nilo Peçanha.
            Em Nilo Peçanha, não se conhece a cultura sem conhecer Ouraci (Ti para os mais chegados), Katé, Lili e Xisto Camardeli. Cultura é a “contra-dança das velhinhas”, dos “africanos” e dos amigos do Jegue, que tem até escola de samba com seu nome.
            Em Ituberá até as águas respiram poesia, pois a cascata que corta a cidade leva o nome do poeta Castro Alves. È um rio desaguando com o reconhecimento de comunidades quilombolas e com elas, diversas manifestações que estão sendo resgatadas. São os terreiros de umbanda e quibanda que encontram sua melhor expressão no candomblé Elétrico. É o reggae xote da banda Pirilampo. È o batuque original e a plasticidade do grupo Boca de Lata, renovando-se com a pluralidade do Art Jovem. È o teatro brechtiano de Robson e os autos de Santo André produzidos por Nenga.
            Em Igrapiúna, apesar da pouca idade, adentra-se e descobre-se um trabalho novo feito por Chico Nascimento, com círculos de leitura, teatro experimental e uma cultura cada vez mais trançada como as peneiras de uruba ou enrolada com a Zabelinha. Cultura é também os grupos de teatro e “sementes do amanhacer”, “fagulhas” e “arco-íris”.
            Passa-se por remanescentes de indígenas em Piraí do Norte, que conservam até hoje a fabricação de flautas e instrumentos ancestrais e vai-se até Camamu, onde a cultura está nas descidas e subidas entre a cidade alta e cidade baixa, curte-se festas e lavagens no beco se não lhe levarem no Arrastão das Mulheres, pelos afoxés, sambas de roda e pau de fitas.
            Assim, cumpre-se um trecho da viagem. E eu cumpro a minha tarefa de abrir este espaço falando um pouco da cultura do Baixo Sul. É óbvio, que ainda há muito a se conhecer. Faltam ainda 7 municípios e muito mais da cultura destas cidades para ser divulgada. Encerro por aqui e pretendo contar com a ajuda de vocês, fazedores de cultura, produtores, gestores e colaboradores para continuar aprendendo e divulgando a cultura do Baixo Sul.
Sejam tod@s bem  vind@s e viva a cultura do Baixo Sul.


Adriano Pereira – pequenoprincipe2@hotmail.com