O anúncio por parte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de que políticos que deixam seus partidos para aderir a uma nova legenda não cometem infidelidade partidária movimentou o meio político baiano, com espaço para comemoração de uns e insatisfação de outros.
Enquanto dezenas de descontentes com suas atuais legendas, todos de malas prontas para o PSD, comemoram, os dirigentes partidários, em especial do DEM e do PMDB, que contavam com a Justiça para conter a futura debandada em massa, agora se veem obrigados a pensar num plano B para sanar o possível enfraquecimento.
Na Bahia, nada menos que 14 deputados (cinco federais e 10 estaduais) e centenas de vereadores e prefeitos estudam ingressar no Partido Social Democrático, que será liderado pelo vice-governador Otto Alencar.
Confiante de que a adesão ao partido deve deslanchar ainda mais daqui pra frente, Otto reforça que vão ingressar na legenda os deputados federais José Nunes, Paulo Magalhães, Edson Pimenta, Fernando Torres e José Carlos Araújo.
Entre os estaduais estão Adolfo Menezes, Gildásio Penedo, Rogério Andrade, Maria Luiza Laudano, Temóteo Brito, Ivana Bastos, Alan Sanches e Ângelo Coronel, Carlos Ubaldino e Ângela Souza. O vice-governador enfatizou também a tendência do partido de lançar muitas candidaturas nas eleições municipais.
“O número de prefeitos insatisfeitos que estão sendo ameaçados pelas suas legendas é muito grande. Essa determinação será um alívio para muitos”. O TSE, embora não cite especificamente o caso do PSD, decidiu que a saída de uma sigla para adesão a outra criada é justa causa para a desfiliação e não coloca em risco o mandato do político.
Os ministros também decidiram que a filiação somente pode valer após o registro e aprovação definitiva do estatuto do partido pelo TSE. Antes disso, segundo os ministros, o grupo é no máximo uma associação. O TSE tomou a decisão ao analisar uma consulta do deputado Guilherme Campos (DEM-SP).(fernando Chagas, Tribuna da Bahia)Com informações do Jornal da Mídia.
Enquanto dezenas de descontentes com suas atuais legendas, todos de malas prontas para o PSD, comemoram, os dirigentes partidários, em especial do DEM e do PMDB, que contavam com a Justiça para conter a futura debandada em massa, agora se veem obrigados a pensar num plano B para sanar o possível enfraquecimento.
Na Bahia, nada menos que 14 deputados (cinco federais e 10 estaduais) e centenas de vereadores e prefeitos estudam ingressar no Partido Social Democrático, que será liderado pelo vice-governador Otto Alencar.
Confiante de que a adesão ao partido deve deslanchar ainda mais daqui pra frente, Otto reforça que vão ingressar na legenda os deputados federais José Nunes, Paulo Magalhães, Edson Pimenta, Fernando Torres e José Carlos Araújo.
Entre os estaduais estão Adolfo Menezes, Gildásio Penedo, Rogério Andrade, Maria Luiza Laudano, Temóteo Brito, Ivana Bastos, Alan Sanches e Ângelo Coronel, Carlos Ubaldino e Ângela Souza. O vice-governador enfatizou também a tendência do partido de lançar muitas candidaturas nas eleições municipais.
“O número de prefeitos insatisfeitos que estão sendo ameaçados pelas suas legendas é muito grande. Essa determinação será um alívio para muitos”. O TSE, embora não cite especificamente o caso do PSD, decidiu que a saída de uma sigla para adesão a outra criada é justa causa para a desfiliação e não coloca em risco o mandato do político.
Os ministros também decidiram que a filiação somente pode valer após o registro e aprovação definitiva do estatuto do partido pelo TSE. Antes disso, segundo os ministros, o grupo é no máximo uma associação. O TSE tomou a decisão ao analisar uma consulta do deputado Guilherme Campos (DEM-SP).(fernando Chagas, Tribuna da Bahia)Com informações do Jornal da Mídia.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado pelo seu comentário!