Após a imprensa noticiar que o Partido dos Trabalhadores poderia acabar com as eleições diretas para dirigentes da legenda, o presidente estadual da sigla, Jonas Paulo, afirmou ao Política Hoje que, na verdade, estuda-se um mecanismo para aperfeiçoar essas eleições.
“O objetivo é aperfeiçoar o mecanismo de eleição dos dirigentes do partido porque há muitas influências externas. Queremos evitar maior contaminação”, afirmou Jonas Paulo. Ainda segundo o presidente da legenda na Bahia, o PT está debatendo questões como o voto majoritário e voto das chapas como parte desse mecanismo de aperfeiçoamento, mas não entrou em detalhes sobre como isso seria viabilizado.
A proposta faz parte do anteprojeto de reforma estatutária, que ainda será debatido. As mudanças só serão anunciadas em setembro, quando acontece o 4º Congresso Nacional Extraordinário do PT. Desde 2001, o partido é o único no Brasil a escolher seus dirigentes por meio de eleição direta com seus filiados.
“O objetivo é aperfeiçoar o mecanismo de eleição dos dirigentes do partido porque há muitas influências externas. Queremos evitar maior contaminação”, afirmou Jonas Paulo. Ainda segundo o presidente da legenda na Bahia, o PT está debatendo questões como o voto majoritário e voto das chapas como parte desse mecanismo de aperfeiçoamento, mas não entrou em detalhes sobre como isso seria viabilizado.
A proposta faz parte do anteprojeto de reforma estatutária, que ainda será debatido. As mudanças só serão anunciadas em setembro, quando acontece o 4º Congresso Nacional Extraordinário do PT. Desde 2001, o partido é o único no Brasil a escolher seus dirigentes por meio de eleição direta com seus filiados.

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